“Senhor dos Anéis: As Duas Torres” abandona qualquer promessa de conforto narrativo e assume, desde o início, uma função ingrata: mostrar que a aventura já não é excitante, mas necessária. O Anel deixa de ser um objeto de poder abstrato e passa a operar como uma doença progressiva, visível no corpo, na fala e no olhar. A aproximação com Legolas, de Orlando Bloom, e Gimli, de John Rhys-Davies, reforça a ideia de alianças construídas não por afinidade, mas por urgência histórica.
Author: Helena Oliveira
Published at: 2025-12-23 20:12:58
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