Autoridades americanas descrevem a atual postura como uma “quarentena marítima” destinada a interromper as exportações de petróleo da Venezuela, que utiliza uma frota internacional de petroleiros fora do controle direto das sanções, com exceção da Chevron, única empresa autorizada a exportar petróleo venezuelano aos EUA. Cerca de 15 mil militares estariam posicionados no Caribe e no Golfo do México, incluindo um grupo de ataque de porta-aviões, caças F-35 e embarcações da Guarda Costeira, com a missão de reforçar sanções já existentes contra o regime de Maduro. Especialistas em política internacional veem o endurecimento como parte de uma estratégia de coerção econômica e geopolítica, em um momento de crescente instabilidade regional e de disputas sobre controle energético, especialmente envolvendo o petróleo venezuelano.
Author: Ernesto Neves
Published at: 2025-12-29 18:31:49
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