Seja qual for o nome, operadores de câmbio de Tóquio a Nova York voltaram a se posicionar na semana passada, desencadeando uma onda de vendas que levou o dólar à maior queda desde as salvas tarifárias de abril do presidente Donald Trump. A retomada das ameaças tarifárias, a tentativa de pressionar o Federal Reserve a cortar juros, declarações sobre domínio no hemisfério ocidental e o confronto com aliados europeus ao defender que os EUA assumam o controle da Groenlândia levaram muitos investidores a reduzir a exposição ao dólar. Isso reforça uma conclusão que vem ganhando força nos mercados: a visão “America First” de Trump e sua ruptura com a ordem econômica do pós-guerra criam novos riscos para investidores estrangeiros, que durante anos compraram ativos americanos e ajudaram a financiar a dívida pública dos EUA por meio de trilhões de dólares em Treasuries.
Author: Bloomberg
Published at: 2026-01-31 20:15:36
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