A escalada do preço do diesel, impulsionada pela alta do petróleo no mercado internacional em meio à guerra no Oriente Médio, voltou a pressionar os caminhoneiros e reacendeu o risco de uma nova paralisação nacional. Mesmo após medidas do governo, como a redução de tributos e tentativas de conter o impacto na bomba, o combustível segue em alta, elevando de forma direta e contínua o custo do transporte rodoviário no país. A esse cenário se soma a percepção de que as medidas adotadas até agora não tiveram efeito prático suficiente e de que a tabela de frete mínimo, criada após a greve de 2018, não é efetivamente cumprida.
Author: Ligia Moraes
Published at: 2026-03-18 19:52:22
Still want to read the full version? Full article