No ano passado, saiu Nosferatu (Robert Eggers), uma de várias adaptações do romance de Bram Stoker que têm chegado recentemente às salas de cinema e que incluem, por exemplo, Drácula: O Despertar do Mal (2023; André Øvredal) e Renfield (2023; Chris McKay), duas versões muito diferentes da mesma história. Da autoria de Georges Méliès, mágico e realizador francês conhecido por obras como Le Voyage dans la Lune (1902, Viagem à Lua, referido em A Invenção de Hugo Cabret, de Martin Scorsese) ou Le Voyage à travers l’impossible (1904, Viagem Através do Impossível), Le Manoir du Diable mostra Mefistófeles a invocar seres sobrenaturais no interior de um castelo — uma versão rudimentar e mais divertida de Fausto (1926), de F. Assim, apesar de Le Manoir du Diable não ter sido concebido na sua origem como um filme de terror, tem elementos que se tornaram comuns, como fantasmas e um humano que se transforma em morcego, o que levou a que fosse considerado um pioneiro no género.
Author: Rita Cipriano
Published at: 2025-12-28 19:35:02
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