O responsável da ONU apontou que as consequências do fecho do estreito “propagam-se rapidamente” e “os alimentos, medicamentos, fertilizantes e outros fornecimentos tornam-se mais difíceis de transportar e mais caros de entregar”. Fletcher lembrou que as “cadeias de abastecimento humanitário são frágeis” e que “quando as rotas se fecham e os custos aumentam, a ajuda (…) diminui e as pessoas que mais precisam dela são as primeiras a perdê-la”. Na sequência dos ataques militares lançados contra o Irão por Estados Unidos e Israel, a 28 de fevereiro, Teerão, além de ripostar com ataques de retaliação, está a condicionar o tráfego no Estreito de Ormuz, ameaçando atacar qualquer embarcação que tente romper os condicionamentos, que já alteraram o mercado internacional do petróleo.
Author: Agência Lusa
Published at: 2026-03-13 23:13:41
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