De acordo com um comunicado do Ministério dos Negócios Estrangeiros de Myanmar, a diplomacia birmanesa convocou o encarregado de negócios da Embaixada de Timor-Leste, Elísio do Rosário de Sousa, na sexta-feira. Em 3 de fevereiro, a CHRO – que representa a minoria de Chin, que vive no noroeste de Myanmar, junto à fronteira com a Índia e o Bangladesh – anunciou que o Ministério Público de Timor-Leste tinha iniciado um processo legal contra a junta militar. Dados divulgados pela Organização dos Direitos Humanos do Estado de Chin referem que a junta militar realizou mais de mil ataques aéreos naquela região, que provocaram a morte a 478 civis, incluindo 91 mulheres e 79 crianças, e destruíram dezenas de unidades de saúde, escolas e edifícios religiosos.
Author: Agência Lusa
Published at: 2026-02-16 07:59:53
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