Já os “lentos” eram os únicos a ter a coragem para parar a linha, assumir a falha e corrigir o processo na origem. O que a Europa enfrenta hoje é a fatura de ter ignorado o processo mais básico de um Estado, a sua sobrevivência. Somos óptimos a “bater a meta” do anúncio mediático, mas péssimos a “parar a linha” para resolver os problemas de fundo que condicionam o país.
Author: Marco Rafael Rodrigues
Published at: 2026-02-11 00:11:38
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