A curiosidade dominava a espera de famílias, casais, grupos de amigos e pessoas que aproveitavam a ‘boleia’ para ir fazer caminhadas ou correr mais perto da Foz, que embarcavam para a travessia de cerca de 12 minutos até ao final, no Império, seis paragens depois. À entrada para o veículo, vários utilizadores levantaram desde logo questões sobre acessibilidade, com o espaço entre a plataforma e as portas de entrada, de cerca de 17 centímetros, como principal foco, dificultando a entrada de carrinhos de bebé e cadeiras de rodas. As entradas, às dezenas de cada vez, com muitas fotografias e ‘selfies’ já lá dentro, concentraram-se sobretudo na Casa da Música, com poucas pessoas a juntarem-se ao longo do trajeto, ou a começarem na outra ponta, no Império, e no cais as conversas centram-se na utilidade do veículo, mas também na demora a entrar em funcionamento, entre lamentos por ser um autocarro e não um elétrico e o entusiasmo dos mais novos por ver todos os detalhes, semelhanças e diferenças, do metrobus.
Author: Agência Lusa
Published at: 2026-02-28 22:27:17
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