Após ter sido questionado várias vezes por eurodeputados sobre a conversa que teve em Davos, na Suíça, com Trump sobre a Gronelândia, que levou o Presidente dos Estados Unidos a retirar a ameaça de impor tarifas a países europeus, Mark Rutte disse que, nesse encontro, se chegou a acordo relativamente a "dois eixos de trabalho" sobre o território autónomo dinamarquês que é cobiçado por Washington. "O primeiro é que a NATO irá, coletivamente, assumir mais responsabilidades na defesa do Ártico", disse, recordando que sete dos oito países com presença no Ártico pertencem à Aliança Atlântica: os Estados Unidos, o Canadá, a Dinamarca, a Noruega, a Islândia, a Finlândia e a Suécia. Rutte rejeitou ainda a ideia de que a atual administração dos Estados Unidos não está comprometida com o artigo 5.º da NATO, que estabelece o princípio da defesa coletiva, referindo que, na última cimeira dos líderes da Aliança, em julho em Haia, ao comprometerem-se com um investimento em Defesa de 5% do PIB, os aliados tiraram a "pedra no sapato" que havia nas relações com Washington.
Author: Agência Lusa
Published at: 2026-01-26 18:03:56
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