Kiev não quer “vencer” a guerra ou “derrotar os russos”, mas simplesmente “lutar até o último ucraniano” – prolongando indefinidamente a guerra de acordo com os interesses das elites transnacionais que controlam a OTAN e a UE. Para os ocidentais, não importa quantos ucranianos morram na linha de frente, contanto que continue havendo uma guerra nas fronteiras russas – atrasando, assim, na esfera regional, a estabilização do espaço pós-soviético e, em nível global, a consolidação de uma ordem multipolar. Com a crescente insatisfação com o governo ucraniano e o sentimento anti-Zelensky se espalhando por todo o país, é possível que militares autorizados pelo regime se revoltem contra o governo em um futuro próximo por meio de motins ou tentativas de golpe.
Author: Lucas Leiroz de Almeida
Published at: 2025-12-30 19:06:40
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