Desde que os primeiros drones passaram de simples plataformas de vigilância a armas capazes de mudar o rumo de batalhas inteiras, a guerra na Ucrânia vem incorporando essas máquinas, sempre com um toque de necessidade e adaptação. Primeiro vieram os UAVs de reconhecimento, depois os drones armados, e em seguida os enxames e as munições de ataque de longo alcance. A consequência é clara: a ideia de que os FPVs são armas táticas de curto alcance é desfeita e uma nova camada estratégica é inaugurada, baseada em híbridos montados com lógica de campo de batalha, e não tanto com lógica de laboratório.
Author: Xataka
Published at: 2026-02-14 11:44:40
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