E prosseguiu: "Estas medidas unilaterais não conferirão qualquer legitimidade à ocupação do território do Estado da Palestina e não alterarão o facto jurídico e histórico de que a Cisjordânia, incluindo Jerusalém Oriental e a Faixa de Gaza, é território palestiniano ocupado, de acordo com o direito internacional e a legitimidade internacional". Por outro lado, o Comité Nacional para a Administração de Gaza (CNAG), o governo que assumirá o enclave na sequência do plano de paz do Presidente norte-americano, Donald Trump, defendeu a necessidade de ter "controlo total" sobre o território. O CNAG coordenará com o Conselho de Paz liderado pelo presidente dos Estados Unidos a aplicação da segunda fase da proposta de Washington, na qual está previsto que o Hamas deponha as armas e que as tropas israelitas se retirem de Gaza, onde uma força internacional ficará encarregada de manter a paz durante o processo de reconstrução.
Author: Agência Lusa
Published at: 2026-02-15 15:18:59
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