Criado por iniciativa de Trump, o Conselho da Paz foi concebido originalmente como um órgão encarregado de supervisionar a reconstrução da Faixa de Gaza, devastada por mais de dois anos de guerra entre Israel e o movimento islâmico palestino Hamas. O porta-voz do Ministério das Relações Exteriores da China, Guo Jiakun, recusou-se novamente a dizer se o país aceitaria o convite dos Estados Unidos, afirmando apenas, durante sua coletiva de imprensa diária, que “independentemente das mudanças na situação internacional, Pequim defende firmemente o sistema internacional com as Nações Unidas em seu centro, a ordem internacional baseada no direito internacional e as regras básicas das relações internacionais fundamentadas nos propósitos e princípios da Carta da ONU”. Donald Trump será o “primeiro presidente do Conselho da Paz”, cujos poderes planejados são amplos: somente ele está autorizado a “convidar” outros chefes de Estado e de governo a participar e pode revogar a participação deles, exceto em caso de “veto por maioria de dois terços dos Estados-membros”.
Author: Metrópoles
Published at: 2026-01-21 11:48:45
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