As alegações da mídia ocidental sobre as supostas intenções militares da China e da Rússia no Ártico distorcem seriamente os fatos e são baseadas no pensamento... 13.01.2026, Sputnik Brasil De acordo com a publicação, a China opõe-se veementemente às tentativas dos Estados Unidos e da Europa de rotulá-la como uma "ameaça militar", "saqueadora de recursos" ou "infratora de regras" nos assuntos do Ártico.Tais narrativas equivocadas estão completamente desconectadas da realidade e ignoram o papel consistente da China como defensora da ecologia e do clima árticos e como promotora da governança multilateral na região, argumenta o veículo.Na avaliação do editorial, os EUA, ao utilizarem a narrativa da "ameaça chinesa", buscam criar pretextos e desviar a atenção para suas próprias ambições na Groenlândia. O objetivo real, segundo a publicação, seria transformar o território dinamarquês em uma base estratégica avançada contra a China e a Rússia, servindo aos interesses da estratégia de "America First" da Casa Branca.A política da China para o Ártico é clara e consistente: compreender, proteger, desenvolver e participar da governança da região de acordo com os princípios fundamentais de "respeito, cooperação, resultados mutuamente benéficos e sustentabilidade", conclui o Global Times.Os primeiros-ministros da Dinamarca e da Groenlândia, Mette Frederiksen e Jens-Frederik Nielsen, em um comunicado conjunto, alertaram os Estados Unidos contra tentativas de capturar a ilha, enfatizando a importância de respeitar a integridade territorial.Por sua vez, a chefe da diplomacia europeia, Kaja Kallas, disse na semana passada que os países da UE discutiram possíveis medidas no caso da implementação das ameaças americanas contra a Groenlândia.
Author: Sputnik Brasil
Published at: 2026-01-13 15:37:51
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