Quase quatro anos após a invasão da Ucrânia, a Greenpeace denuncia num novo relatório divulgado hoje a continuação do comércio nuclear entre a França e a Rússia, um setor poupado pelas sanções internacionais. “A França continua a importar urânio enriquecido russo, seja na forma de urânio natural enriquecido ou de urânio reprocessado [urânio reciclado]”, representando 18% do total das importações totais do país, de acordo com o estudo da Greenpeace, baseado na análise dos números da alfândega francesa, no final de setembro de 2025. “O Governo francês e a Europa devem sancionar a Rosatom para enviar um sinal forte e pôr fim à impunidade de que goza a primeira empresa do mundo a ter tomado o controlo de uma central nuclear estrangeira pela força [a central ucraniana de Zaporijia].
Author: Green Savers com Lusa
Published at: 2026-01-28 18:01:47
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