Para as autoridades do enclave palestiniano, a criação da CNAG representa “um passo para abordar as realidades administrativas e de prestação de serviços na Faixa de Gaza”, a par da “completa cessação da agressão” de Israel, de forma a garantir a proteção dos civis e aliviar o sofrimento imposto pelas condições humanitárias. “Comprometemo-nos a estabelecer a segurança, a restaurar os serviços essenciais que constituem a base da dignidade humana, como a eletricidade, a água, a saúde e a educação, e a cultivar uma sociedade baseada na paz, na democracia e na justiça”, referiu ainda o documento. A primeira fase do plano, que entrou em vigor em outubro passado, incluiu a troca de reféns (20 vivos e 28 mortos) por prisioneiros palestinianos, a retirada parcial das forças israelitas da Faixa de Gaza e a entrada de ajuda humanitária no território, tendo resistido, ao fim de mais de três meses, a acusações cruzadas de sucessivas violações do entendimento.
Author: Agência Lusa
Published at: 2026-01-19 18:25:30
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