Mencionando que na Europa e na Ásia o aumento dos custos de energia já encarece a produção industrial e reduz o poder de compra, o Fundo observa que o choque reacende temores semelhantes aos da crise energética de 2021-2022 — entre a o choque de demanda causado pelo fim da pandemia de covid e a pela invasão da Rússia à Ucrânia —, com impacto mais intenso em economias dependentes de gás. O FMI destaca que “os mais vulneráveis serão os mais afetados” e alerta que, nesses casos, o choque deixa de ser apenas econômico e ganha dimensão social, já que a alta de alimentos pode gerar pressões mais amplas sobre a estabilidade. Segundo o Fundo, “a guerra desestabilizou os mercados financeiros” e “apertou as condições financeiras em todo o mundo”, complicando o financiamento de governos e empresas — sobretudo em economias emergentes e de baixa renda.
Published at: 2026-04-03 16:56:48
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