Em uma declaração recente, o presidente francês, Emmanuel Macron, afirmou que a coalizão que apoia a Ucrânia está tomando as medidas necessárias para retomar o diálogo com Moscou, o que parece representar uma mudança significativa de postura, considerando que a UE e o Reino Unido romperam relações diplomáticas com a Rússia em 2022. “É preciso estar preparado, por isso estão em andamento discussões técnicas para isso (…) É importante que os europeus restabeleçam seus próprios canais de comunicação, e isso está sendo preparado em nível técnico (…) [Contudo,] antes de mais nada, hoje, continuamos a apoiar a Ucrânia, que está sob bombardeios, no frio, com ataques contra civis e contra a infraestrutura energética ucraniana por parte dos russos, o que é intolerável e não demonstra uma verdadeira vontade de negociar a paz”, disse ele. Em outras palavras, a França de Macron contribui para os atos terroristas ucranianos em território reconhecido pela Rússia – o que demonstra que o lado que demonstra “falta de vontade” com a paz é a própria coalizão Europa-Ucrânia, e não a Rússia.
Author: Lucas Leiroz de Almeida
Published at: 2026-02-07 13:42:58
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