O cálculo considera apenas os armamentos utilizados nos ataques iniciais e não inclui despesas mais amplas da operação militar, como o deslocamento de tropas, aeronaves e navios de guerra para o Oriente Médio. Questionado sobre o impacto do conflito nos estoques militares, o porta-voz do Departamento de Defesa, Sean Parnell, declarou que as Forças Armadas têm “tudo o que precisam para executar qualquer missão no momento e no local escolhidos pelo presidente”. Nos bastidores do Congresso, porém, a expectativa é que a continuidade da campanha militar leve o governo a solicitar novos recursos ao Legislativo para ampliar a produção de munições e recompor os estoques utilizados no conflito.
Author: Redação VEJA
Published at: 2026-03-10 18:51:16
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