Na primeira parte da entrevista a Francisco Pinto Balsemão, o atual presidente da República fala do núcleo familiar espalhado pelo mundo, a hipocondria crónica, o percurso escolar com notas brilhantes, o convite para entrar no Expresso e a vivência do 25 de abril a partir da redação, e ainda a fundação do PSD e os primeiros passos na expansão do partido pelo país. Não sou um católico ortodoxo” Na segunda parte da entrevista, Marcelo Rebelo de Sousa recorda o mandato de deputado à Assembleia Constituinte em 1976, a participação no VIII Governo Constitucional como Secretário de Estado da Presidência do Conselho de Ministros e, depois, como Ministro dos Assuntos Parlamentares, a carreira "improvável" como líder partidário, o comentário político primeiro em jornais e depois na televisão, a ligação à Opus Dei e o 'apelo da Providência Divina', que sente profundamente e que - assume - marca todas as escolhas que fez na vida. Nós, nas democracias, estamos há muito tempo muito emocionais, muito pouco racionais” Na terceira e última parte da entrevista, o presidente da República assume-se como um solitário "cada vez mais só em Belém", fala da pandemia como o fator que o "obrigou" a candidatar-se a um segundo mandato, o gosto especial pela política externa, a agenda sobrecarregada e "pica-balões", a relação com António Costa, que conhece desde os 19 anos deste, e a boa relação com os portugueses nas ruas: "Já alguém o insultou?
Author: Expresso
Published at: 2026-03-08 21:35:00
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