Em novembro passado, a Agência para a Integração, Migrações e Asilo (AIMA) criou um canal especial de comunicação para os casos de proteção temporária atribuída na sequência da guerra na Ucrânia e que, na altura, estavam a ser postos em causa. Entre estes, estavam pelo menos 37 estudantes da Universidade de Coimbra que tinham recebido a indicação de que não mantinham o estatuto de proteção temporária, adiantou então à Lusa a instituição de ensino superior. Em 24 de fevereiro de 2022, a Rússia invadiu a Ucrânia e, desde então, a guerra já custou dezenas de milhares de vidas civis e militares aos dois países, segundo várias fontes.
Author: Agência Lusa
Published at: 2026-02-11 19:14:19
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