Rainha do gótico, para uns, santa dos sofredores, para outros; bruxa maldita, cabra maldisposta, devoradora satânica, em tantas e tantas entrevistas de críticos menos predispostos a compreender a sua obra, em tantos artigos de jornal escritos por conservadores que viam nas suas referências nada menos que o maldito. Mais importante é a forma como Diamanda, ela própria, se vê: como alguém sem quaisquer tipo de pruridos, disposta a fazer, sempre, aquilo que a sua própria cabeça dita, aquilo que a arte lhe pede. O mote era o de antecipar a sua mini-digressão por Portugal, que arrancou na quarta-feira (11 de fevereiro) com um concerto na Culturgest, em Lisboa, e que ao longo dos próximos dias passará também pelo Theatro Circo, em Braga (14 de fevereiro), e pela Casa da Música, no Porto (18 de fevereiro).
Author: Paulo André Cecílio
Published at: 2026-02-10 16:01:37
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