Essa estratégia de “choque” e busca por competitividade global tem reflexos diretos no câmbio e na bolsa brasileira, que se beneficia do fluxo de capital americano para emergentes. Entre ameaças de tarifas, recuos estratégicos e discursos duros, o ex-presidente americano sinaliza ao mercado que sua prioridade é interna: reindustrializar os Estados Unidos, mesmo que isso signifique mexer com o valor da moeda mais importante do mundo. Com juros em trajetória de queda nos EUA e mais ruído político por lá, o investidor institucional passa a olhar para mercados como o Brasil, onde a relação risco-retorno parece mais atraente no momento.
Author: Veruska Costa Donato
Published at: 2026-02-03 16:35:38
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