Os comentários de Merz refletem preocupações antigas da Alemanha sobre o que Berlim considera ser um yuan desvalorizado, subsídios que distorcem o mercado e o excesso de capacidade entre exportadores chineses, que construíram grandes superávits comerciais com a maior economia da Europa — totalizando 90 bilhões de euros (US$ 106 bilhões) no ano passado. “China e Alemanha, como duas das maiores economias do mundo e países de grande influência, devem fortalecer nossa confiança na cooperação, salvaguardar conjuntamente o multilateralismo e o livre comércio e se esforçar para construir um sistema de governança global mais justo e equitativo”, disse Li. O mercado chinês, antes cobiçado por empresas estrangeiras por sua ampla base de consumidores e crescente poder de compra, mudou nos últimos anos, com a desaceleração econômica limitando a demanda e o excesso de capacidade industrial, levando empresas domésticas a buscar oportunidades no exterior.
Published at: 2026-02-25 13:43:05
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