“Analisando os dias de ‘alívio’ ao longo de março, que definimos como sessões em que as ações subiram mais de 1%, essas moedas superaram consistentemente o restante dos mercados emergentes (com os pesos mexicano e chileno também apresentando retornos fortes)”, afirma o banco lembrando que o real teve desempenho superior até mesmo em dias em que o petróleo caiu de forma significativa, sugerindo que seu beta de risco (sensibilidade da oscilação ao risco) é o fator predominante do preço. “Se a precificação de mercado começar a refletir um choque de crescimento mais relevante, esperamos que o canal de risco tenha um papel maior na condução do desempenho das moedas de mercados emergentes, especialmente para essas moedas de maior beta, que até agora têm sido sustentadas pelo carry ou por termos de troca favoráveis”, dizem. Chamou atenção o fato de o fluxo ter ficado positivo na semana passada, período em que o Banco Central realizou dois leilões extraordinários de linha (a venda de dólares com compromisso de recompra), cada um no montante de US$ 1 bilhão.
Published at: 2026-04-01 20:16:38
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