Em uma decisão emitida no domingo, o Tribunal Supremo de Justiça, conhecido por sua submissão ao governo, indicou que está tratando o episódio como uma ausência temporária forçada, uma designação que preserva a estrutura governamental existente enquanto inicia um prazo constitucional até a convocação de eleições. A Constituição permite uma única prorrogação de 90 dias, o que levaria o prazo até julho e obrigaria os legisladores a decidir se a ausência de Maduro se tornou permanente. A maior parte da oposição, liderada pela laureada com o Nobel da Paz María Corina Machado, boicotou, argumentando que a eleição foi uma tentativa de eclipsar a reeleição de Maduro em julho de 2024, amplamente considerada fraudulenta.
Author: Bloomberg
Published at: 2026-01-05 20:28:12
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