A SAP também argumentou que o preso, mesmo sob segurança máxima estadual no passado, teria mantido papel de liderança, citando como um dos sinais a forma de custeio de despesas e honorários, além de ressaltar que a custódia federal “impedirá a comunicação, estruturação e o comando de ações criminosas”. O despacho reforça a tese de que, nesse tipo de execução penal, prevalece o interesse da segurança pública sobre o argumento de cumprimento de pena próximo à família, porque o retorno ao estado de origem poderia facilitar a rearticulação do comando no sistema carcerário paulista. Outro ponto que aparece como reforço para a manutenção do preso no sistema federal é o histórico de condenações: segundo a decisão, Marcola tem pena superior a 330 anos de reclusão, com condenações por crimes graves, como homicídio, roubo, organização criminosa e posse, porte de arma de fogo de uso restrito.
Author: Metrópoles
Published at: 2026-02-10 12:10:41
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