Seguro acredita que o que o País precisa em matéria de Defesa é: “Gastar melhor (economia de escala); comprar europeu; desenvolver a nossa própria tecnologia (diminuído a dependência dos EUA; e aumentar a nossa autonomia estratégica.” O futuro chefe de Estado defende, na mesma resposta enviada ao Observador, que “a segurança constrói-se com cooperação europeia, inovação tecnológica e investimento inteligente, não com metas que põem em causa a coesão social e o Estado Social.” Numa resposta por escrito enviada ao Observador, o Presidente eleito destacava que “a imigração é necessária e positiva para a nossa economia, para o apoio social aos nossos idosos e dá um contributo importante para a Segurança Social.” É necessário, porém, que essa imigração seja “controlada e organizada na entrada, no acolhimento e na integração.” Já no debate com André Ventura, quando confrontado com o facto de Pedro Sánchez ter legalizado 500 mil imigrantes, António José Seguro atirou: “Se há uma necessidade e uma emergência de que a nossa economia precisa de contributo de mais de mão-de-obra e que a mão-de-obra não existe no país, qual a solução?
Author: Rui Pedro Antunes
Published at: 2026-02-10 23:03:02
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