Ao reabrirem amanhã, as bolsas deverão refletir uma tendência de alta já contratada nos preços do petróleo, impulsionada não apenas pelo conflito, mas também pelo bloqueio do Estreito de Ormuz, a passagem marítima estratégica entre o Golfo Pérsico e o Golfo de Omã pela qual transita cerca de 20% do petróleo consumido no mundo. Naquele momento, a alta combinava dois vetores: restrição geopolítica envolvendo a Rússia, gigante global de petróleo e gás, e um mercado em que a oferta crescia menos que a demanda, num mundo que saía da pandemia. Apesar do Brasil estar longe do risco de um desabastecimento de petróleo, o episódio reacende um debate estratégico: a necessidade de diversificar fronteiras exploratórias.
Author: Luana Zanobia
Published at: 2026-03-01 21:14:14
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