No final, o antigo primeiro-ministro de Portugal prestou longas declarações aos canais televisivos do país que liderou — e aproveitou para atirar a Donald Trump (que tem tido “insucesso” em alcançar a paz), deixou claro que a Rússia não pode obter os territórios que reivindica (porque isso seria um “péssimo incentivo”) e colocou nas mãos da Rússia a decisão de parar a guerra. “É fundamental que a Rússia se decida a empenhar-se na paz e para isso há duas condições: manter uma pressão elevada sobre a Rússia para a forçar a ir para a mesa das negociações e manter o apoio à Ucrânia para que possa continuar a resistir.” E a propósito de mesa de negociações, disse, é necessário salvaguardar um aspeto fundamental: “Que a Rússia não obtém, na mesa das negociações, o que não teve capacidade de alcançar em 4 anos na frente de combate.” “Isto é decisivo, porque se a Rússia sai premiada desta guerra, isso é um péssimo incentivo” aos outros países com intenções semelhantes, afirmou .
Author: Mariana Marques Tiago
Published at: 2026-02-24 21:51:34
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