A renúncia ocorre um dia antes da chapa de Castro ser julgada no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) por abuso de poder político e econômico nas eleições de 2022, que pode resultar na cassação do mandato do governador e torná-lo inelegível. A linha sucessória prevê que o presidente da Assembleia Legislativa do Rio (Alerj) assumiria o governo do Estado, mas o posto está vago desde que Rodrigo Bacellar (União) foi afastado da presidência em dezembro de 2025, por decisão do Supremo Tribunal Federal (STF), após ser preso suspeito de ter vazado informações de uma operação policial para o deputado estadual TH Joias, acusado de ligação criminosa com a facção Comando Vermelho (CV). Segundo a acusação, a Fundação Ceperj (Centro Estadual de Estatísticas, Pesquisas e Formação de Servidores Públicos) e a Universidade do Estado do Rio de Janeiro (Uerj) teriam sido utilizadas para a contratação de cabos eleitorais com recursos do governo estadual durante a campanha.
Author: Estadão Conteúdo
Published at: 2026-03-23 23:42:11
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