“É extraordinário o fato de o Brasil estar recebendo fluxos em um momento de aversão ao risco global, quando o dólar está se fortalecendo, as curvas de juros estão sendo reprecificadas e os fluxos para mercados emergentes são negativos (resgate de US$ 8 bilhões desde o início da guerra até o dia 19 de março)”, pondera a equipe de estratégia em ações para América Latina e Brasil do banco americano, liderada por Emy Shayo Cherman. Naquela época, o Brasil recebeu um volume enorme de fluxos, principalmente após a exclusão da Rússia do MSCI, e em virtude de o país possuir maior presença de ações de commodities no índice. Do ponto de vista local, o banco destaca que um gatilho favorável será a continuação do ciclo de corte de juros no Brasil, que foi iniciado na semana passada, com uma queda de 0,25 ponto da Selic, para 14,75% ao ano.
Published at: 2026-03-24 18:20:20
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