Para o gestor, o episódio adiciona “um prêmio de risco momentâneo por temor de sabotagens na PDVSA”, estatal venezuelana, e tende a acentuar a volatilidade do petróleo logo nas primeiras horas de pregão. Para as petroleiras no Ibovespa a tensão China-EUA sobre a Venezuela cria uma “tempestade perfeita”: o risco de guerra eleva o petróleo no curto prazo, mas a perspectiva de os EUA controlarem a maior reserva do mundo pressiona os preços para baixo no longo prazo. “O essencial é entender que o mercado agora precifica a Venezuela como uma nova fronteira de oferta, o que retira o prêmio de escassez que favorecia o Brasil”, ressaltou.
Author: camillebocanegra
Published at: 2026-01-04 17:52:13
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