“E a minha candidatura quer valer por si, independentemente de quaisquer outras candidaturas, seja elas mais à direita ou mais ao centro, mas a minha candidatura é a candidatura assumidamente da Constituição, dos valores de Abril, da esquerda”, frisou, referindo que, quando surgiu, a sua “era uma candidatura que se demarcava das já existentes e que era insubstituível”. “Marca também algo que me distingue profundamente enquanto candidato e que creio que deve ser uma marca desta candidatura: a resistência ao fascismo, àqueles que querem branquear a história, querem branquear o que foi a ditadura fascista em Portugal e que terá na minha candidatura uma oposição muito firme”, afirmou. Antonio Filipe destacou a importância do museu também para que as “novas gerações tenham a consciência do que foi o fascismo em Portugal e da importância que tem a luta pela democracia” e da “Constituição que dela emanou” e que o Presidente da República tem o dever de “cumprir e fazer cumprir”.
Author: Agência Lusa
Published at: 2026-01-04 22:32:05
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