O país, impulsionado pela invasão da Ucrânia pela Rússia e pela sensação de que a proteção dos EUA já não é tão automática como antes, tem deslocado seu centro de gravidade para a defesa, com uma mistura de urgência estratégica e ambição produtiva. E essa mutação se mede em algo muito concreto: empregos, fábricas, cadeias de suprimentos e uma demanda que não é mais descrita como temporária, mas como uma nova normalidade que promete durar anos, com encomendas chegando como uma onda e empresas se preparando para produzir em escala, com o ritmo de uma economia de guerra, mesmo sem precisar chamá-la assim. Dados fornecidos por um grupo representativo de grandes empresas e startups mostram um salto de cerca de 63 mil trabalhadores em 2021 para quase 83 mil hoje em divisões voltadas para a defesa, um crescimento de 30% que reflete a extensão em que o setor está se expandindo em ritmo acelerado.
Author: Xataka
Published at: 2026-01-25 13:16:31
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