A China já não aceita mais o rótulo de “fábrica do mundo” — e isso muda a relação com o Brasil. Um detalhe importante nessa equação é a rapidez: o empresário chinês testa, ajusta e lança em um ritmo que ainda assusta quem está acostumado a decisões mais lentas. Há espaço — e demanda — para produtos com valor agregado e história: cafés especiais, chocolates premium feitos com cacau da Bahia e do Pará, açaí industrializado, castanha-do-pará.
Author: Veruska Costa Donato
Published at: 2026-02-11 13:04:21
Still want to read the full version? Full article