Se houver uma nova alta acentuada nos preços do petróleo e os investidores passarem a operar em modo de ‘aversão total a risco’ de forma mais indiscriminada, em que as correlações aumentam e os fundamentos importam menos, então a moeda brasileira pode ter dificuldades, mesmo que o cenário doméstico brasileiro permaneça relativamente resiliente”, enfatiza. “O risco está mais nos efeitos de segunda ordem: disponibilidade de diesel e possíveis interrupções no fornecimento de fertilizantes, que afetam os custos do agronegócio, o crescimento e a dinâmica da inflação”, alerta. Por enquanto, Szabó diz acreditar que os fundamentos e o ambiente externo continuem sendo os principais direcionadores do real no curto prazo, especialmente enquanto o cenário de guerra ainda influencia o apetite global por risco e os preços de commodities.
Published at: 2026-04-06 21:06:12
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