Ministros do Supremo Tribunal Federal (STF) refratários à ideia de um Código de Conduta que pudesse enquadrar integrantes da Corte conversaram com o presidente do STF Edson Fachin nos últimos dias e sugeriram a ele que focasse a gestão no Conselho Nacional de Justiça (CNJ), órgão de controle do Judiciário onde tramitam denúncias de irregularidades contra magistrados de todo o país. Com o clima de guerra no Supremo desde que Fachin anunciou como meta a criação de regras mínimas de comportamento para magistrados – Supremo incluído – esses magistrados fizeram chegar a ele que, se o CNJ impusesse sanções duras a juízes que fazem lobby, recebem presentes e vendem sentenças, por exemplo, e anunciasse o fim de penduricalhos de toda sorte pagos a magistrados conseguiria melhorar a imagem do Judiciário e teria um legado para chamar de seu. Seria o caso do Superior Tribunal de Justiça (STJ), conhecido no meio jurídico pela presença constante de filhos de ministros como patronos sigilosos de grandes causas e, nos últimos dias, no olho do furacão com a denúncia, revelada pelo Radar, de que o ministro Marco Buzzi foi acusado por uma jovem de 18 anos por importunação sexual.
Author: Laryssa Borges
Published at: 2026-02-08 13:28:36
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