Entre pinturas, manuscritos, maquetes, desenhos e os brinquedos de madeira produzidos pelo artista nos tempos de vaca magra, esbarrei na famosa imagem, que mostra o Equador no pé da imagem, e o sul da América do Sul no topo, ao fim da exposição “Joaquín Torres García – 150 anos”, em cartaz até o dia 9 de março no CCBB Centro Cultural São Paulo (de lá a exposição segue para Brasília e Belo Horizonte). Entre música e performance, não faltou simbolismo nas mensagens enviadas ao vivaço sobre a cultura latino-americana, citadas país por país, de baixo para cima, até chegar a Porto Rico, seu país-natal, para onde jogou os olhos do mundo ao se tornar o artista mais ouvido da atualidade. (Semanas atrás, ao receber o prêmio de melhor Ator no Globo de Ouro por “O Agente Secreto”, foi Wagner Moura quem falou, em bom português, o que gente como Trump jamais fez questão de ouvir.
Author: Matheus Pichonelli, Matheus Pichonelli
Published at: 2026-02-09 19:58:00
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